Bernardo Mora

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A Sustentável Leveza do Vidro por FGMF Arquitetos

Em São Paulo, Brasil, o escritorio FGMF cria um projeto arquitetônico do salão de beleza com uma fachada de vidro facetado entre dois prédios existentes. Inundado de luz natural durante o  dia, as luzes da edificação atuam como uma lanterna à noite.

Sobre este projeto, FGMF Arquitetos destacam:

A construção deve ser de acordo com a linguagem estética desenvolvida também por FGMF para o salão de Kaze no bairro Mooca, em 2004, que se tornou um símbolo e padrão para toda a cadeia.

Devido às dimensões mínimas, os quatro andares do prédio e da necessidade de luz, a fachada composta por placas de vidro inclinado e do átrio ganhou grande importância. A fachada é o elemento que dá um olhar contemporâneo para o edifício, como forma facetada se transforma em uma lanterna potente para a cidade à noite.

Bem como um meio para a iluminação natural, a fachada de vidro é parte de uma ventilação controlada e sistema de controle passivo de temperatura. Alguns vidros podem ser abertos, permitindo a passagem de ar através de todo o ambiente interno, resfriando-o em seu caminho para exaustores no último andar.

O lote de pequeno porte permitiu a construção de fusão com o ambiente urbano, semi-independente como é, mas ao mesmo tempo, é capaz de mostrar a individualidade em contraste com os edifícios circundantes, qualificando o bairro em que está inserido.

Fotografias: Fran Parente

Fonte: muuuz.com

Tradução:Bernardo Mora


e projet, FGMF Arquitetos précise:

« The building should be according to the aesthetic language developed as well by FGMF for the Kaze salon at Mooca neighborhood, in 2004, which became a symbol and standard for the entire chain.

Due to the minimal dimensions, the four floors of the building and the need for daylight, the façade composed by angled glass plates and the atrium gained great importance. The façade is the element which gives a contemporary look to the building, as its faceted form turns into a powerful lantern for the city at night.

As well as a means for natural illumination, the glass façade is part of a controlled ventilation and passive temperature control system. Some window panes can be opened, allowing the passage of air through all the internal environment, cooling it on its way to exhausters on the last floor.

The small sized lot allowed the building to merge with its urban environment, semi-detached as it is, but at the same time it is able to show individuality in the contrast with the surrounding buildings, qualifying the neighborhood in which it is settled. »

Photographies: Fran Parente

Posted in arquitetura.

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